
A Árvore da Vida pode ser:um filme sobre a existência(ou inexistência)de Deus,pode ser um filme sobre a perturbada relação de Pai e Filho,pode ser um filme sobre um irmão que não supera a morte do irmão novo,pode ser tudo isso,mas também pode ser a obra prima do Malick.
Eu só não digo que a Árvore da Vida tem a melhor fotografia do cinema,porque O Mestre do Paul Thomas Anderson supera,vejam os enquadramentos,a composição das cenas,o uso de Steadicam(uma câmera que fica grudada no corpo do operador de câmera que ao invés do Travelling,não precisa de trilhos,um exemplo de Steadicam é o começo de Boogie Nights).
Além disso o Malick não está preocupado em trazer um história coerente,não é a toa que a montagem do filme,utiliza de Jump Cuts(é um corte que quebra a continuidade de tempo),até(de novo nos aspectos de direção)de lentes grande angulares(que deforma os cantos dos planos).
A Árvore da Vida por mais que você ache chato e sem sentido, é uma nova forma de se fazer cinema.
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